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Planejamento: a estratégia ideal para o turismo

Os dois últimos anos criaram um novo contexto para os negócios e ressaltaram a importância de instrumentos que auxiliem na busca pela segurança e saúde das atividades. Um bom exemplo disso é o planejamento estratégico, que auxilia gestores na previsibilidade dos cenários, na manutenção de metas e estratégias para atingir os objetivos organizacionais.

Em um momento de incertezas, utilizar ferramentas que auxiliam no direcionamento do negócio, bem como suas forças, fraquezas e oportunidades, com estratégia e acompanhamento do mercado é primordial para a manutenção das empresas.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta que neste ano o período de alta temporada para o setor deva render um faturamento de mais de R$ 170 bilhões. Essa estimativa, alinhada aos dados de crescimento apontados pelo IBGE, de 49,1% desde o fim da segunda onda da pandemia, demonstra que o mercado deverá viver, nos próximos meses, seu melhor momento desde o início da crise sanitária.

Sendo assim, com uma projeção otimista, os negócios do segmento devem se preparar. Com o instrumento de gestão apropriado e o acompanhamento de profissionais qualificados, o planejamento empresarial estratégico permite determinar como será a jornada de crescimento, visto que são as ações tomadas hoje que indicam os resultados em longo prazo.

A harmonia do funcionamento também é um ponto abordado no planejamento, onde o propósito organizacional serve de base para criar vantagem competitiva e melhoria na performance. Dessa forma, mais do que métodos de alavancar o negócio, o planejamento serve, dentro de uma organização, como um norteador do funcionamento com base nos objetivos e valores traçados pela empresa, além do cumprimento de diretrizes jurídicas, otimização de sistema tributário e melhor aplicação de investimentos.

Determinar e programar os cursos de ação também são benéficos para facilitar a identificação e explorar oportunidades com base nas condições externas e internas, bem como a visão ampla e objetiva do negócio e seus pontos de melhoria. Além de preparar empresas para os momentos de crise, possibilitando a minimização dos impactos em condições adversas.

Por fim, também vale ressaltar a abrangência do fluxo de caixa saudável permitido pelo planejamento, que permite analisar o desempenho das atividades e realocar despesas. Garantindo, desta forma, que as organizações estejam preparadas para lidar com as adversidades e se mantenham estruturadas e sobrevivam ao mercado que vem se transformando muito rapidamente.